Os cookies.

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de utilização.

O mar de Sophia, o Marão de Pascoaes e as Metamorfoses de Ovídio

Sobre o item

Outro título
Sophia’s Sea, Pascoaes’Marão and Ovid’s Metamorphoses
Resumo
The Sea often symbolizes the dynamic matter: it is “a place of births, metamorphosis and rebirths”. To understand it better, we will start with a dies memorabilis: the morning the young Sophia meets the well-known poet Teixeira de Pascoaes to talk about Ovid. This essay aims to prove the influence/presence of Metamorphoses in both Sophia’s and Pascoaes’ poetry. We do not wish to find some Ovid’s verses or images in their poetry. We would prefer to prove that Ovid showed Sophia and Pascoaes a way of seeing and a way of living, and that the conscientiousness of time and movement necessarily leads to an ethical aesthetics. Maybe Ovid is the common cause of a strange similarity between the Sea and the Marão.
O Mar simboliza quase sempre a matéria dinâmica: é “lugar de nascimentos, transformações e renascimentos”. Para o compreender melhor, partiremos da memória de um nascimento: daquela manhã em que a jovem Sophia visitou o consagrado poeta Teixeira de Pascoaes, para lhe falar de Ovídio. Tentaremos demonstrar a influência/ presença das Metamorfoses na poética de ambos. Não porque queiramos provar a presença de versos ou imagens de Ovídio: mais do que isso, Ovídio mostrou a ambos uma forma de ver e viver, que a consciência do tempo e da plasticidade da matéria conduz necessariamente a uma estética ética. Talvez Ovídio tenha ensinado a Sophia e a Pascoaes a estranha similitude entre o Mar e o Marão.
DOI
10.14195/0870-4112_3-2_1
Acesso
open access
ISSN
0870-4112
2183-7139 (digital)
Coleção Digital
Impactum
B1
Local de publicação
Coimbra
Idioma
Português
Tipo
Artigo
Nº de visualizações
2
Nº de downloads
1