Firstly, it is argued that philosophy of music has its modern constitution
with two distinct but close moments in time, the foundation of ethnomusicology
and of the modernist aesthetics following L. Russolo; secondly, it is
determined that listening – or in a neologism, “audience” (as a parallel to ‘evidence’)
– has a pivotal role in philosophy of music enabling its transition from
an applied philosophy to “pure” philosophy; lastly, the article sets forward the
theme of “audience”.
Sustentamos, em primeiro lugar, que a fi losofi a da música tem a sua
moderna constituição em dois momentos distintos mas próximos no tempo, a
fundação da etnomusicologia e da estética modernista na esteira de L. Russolo;
de seguida, determinamos que a fi losofi a da música tem no tema da escuta –
a que chamamos, num neologismo, “audiência” – a possível charneira para
a passagem da fi losofi a da música de uma fi losofi a aplicada a uma fi losofi a
“pura”; concluímos a artigo pensando precisamente o tema da “audiência”.
Firstly, it is argued that philosophy of music has its modern constitution
with two distinct but close moments in time, the foundation of ethnomusicology
and of the modernist aesthetics following L. Russolo; secondly, it is
determined that listening – or in a neologism, “audience” (as a parallel to ‘evidence’)
– has a pivotal role in philosophy of music enabling its transition from
an applied philosophy to “pure” philosophy; lastly, the article sets forward the
theme of “audience”.
Sustentamos, em primeiro lugar, que a fi losofi a da música tem a sua
moderna constituição em dois momentos distintos mas próximos no tempo, a
fundação da etnomusicologia e da estética modernista na esteira de L. Russolo;
de seguida, determinamos que a fi losofi a da música tem no tema da escuta –
a que chamamos, num neologismo, “audiência” – a possível charneira para
a passagem da fi losofi a da música de uma fi losofi a aplicada a uma fi losofi a
“pura”; concluímos a artigo pensando precisamente o tema da “audiência”.