Creativity has become a topic of great importance to contemporary
society, particularly in the context of economic communication. Terms such
as “create”, “innovation”, “performance”, “entrepreneurship”, “design”, “productivity”,
and correlative terms such as “change”, “new”, “original”, permeate the conversations of the everyday, of the advertising discourses, and discourses
with political and ideological reach. The contemporary focus by this human
activity, highlighted as essential and discriminative of psychic development,
pressed a variety of scientifi c programs for the development of methods for
accessing creativity.
But where is the operability of creativity in psychic systems? Can we
observe creation? Is creation possible? What are the diffi culties and limits,
raised here? This research focuses directly on the question of the access to
creativity and the emergence of creation. Our approach will have as starting
point the psychic system based on the binary schema creativity|creation, investigated
through the Laws of Form by George Spencer-Brown and the systems
theory of Niklas Luhmann, in a clear attempt to create an impossibility on the
indication of creation, and the exploration of its contrast with proposals that
feature, in a psychologist context, “creativity” as teleological, intersubjective,
representative, compositional and progressive.
A criatividade passou a ser um tema de grande importância para a sociedade
contemporânea, nomeadamente no contexto da comunicação económica.
Termos como “criar”, “inovação”, “performance”, “empreendedorismo”,
“design”, “produtividade”, e termos correlativos tais como “mudança”, “novo”,
“original”, permeiam as conversas quotidianas, os discursos publicitários, e os
discursos susceptíveis de alcance político e ideológico. O foco contemporâneo
por esta actividade humana, realçada como essencial e discriminativa do
desenvolvimento psíquico, pressionou uma diversidade de programas científi
cos com vista ao desenvolvimento de métodos para o acesso à criatividade.
Mas onde fi ca a operacionalidade da criatividade em sistemas psíquicos?
É possível observar a criação? É possível a criação? Quais as difi culdades,
e limites, levantadas neste contexto? Esta investigação incide directamente
no questionamento do acesso à criatividade e o surgimento de uma criação.
A nossa aproximação terá como como ponto de partida o sistema psíquico
na base do esquema binário criatividade|criação, investigado através das Leis
da Forma de George Spencer-Brown e da teoria dos sistemas de Niklas Luhmann,
numa clara tentativa de criar uma impossibilidade sobre uma indicação
da criação, e a exploração do seu contraste com propostas que caracterizam,
num âmbito psicologista, a “criatividade” como teleológica, intersubjectiva,
representativa, composicional e progressiva.
Creativity has become a topic of great importance to contemporary
society, particularly in the context of economic communication. Terms such
as “create”, “innovation”, “performance”, “entrepreneurship”, “design”, “productivity”,
and correlative terms such as “change”, “new”, “original”, permeate the conversations of the everyday, of the advertising discourses, and discourses
with political and ideological reach. The contemporary focus by this human
activity, highlighted as essential and discriminative of psychic development,
pressed a variety of scientifi c programs for the development of methods for
accessing creativity.
But where is the operability of creativity in psychic systems? Can we
observe creation? Is creation possible? What are the diffi culties and limits,
raised here? This research focuses directly on the question of the access to
creativity and the emergence of creation. Our approach will have as starting
point the psychic system based on the binary schema creativity|creation, investigated
through the Laws of Form by George Spencer-Brown and the systems
theory of Niklas Luhmann, in a clear attempt to create an impossibility on the
indication of creation, and the exploration of its contrast with proposals that
feature, in a psychologist context, “creativity” as teleological, intersubjective,
representative, compositional and progressive.
A criatividade passou a ser um tema de grande importância para a sociedade
contemporânea, nomeadamente no contexto da comunicação económica.
Termos como “criar”, “inovação”, “performance”, “empreendedorismo”,
“design”, “produtividade”, e termos correlativos tais como “mudança”, “novo”,
“original”, permeiam as conversas quotidianas, os discursos publicitários, e os
discursos susceptíveis de alcance político e ideológico. O foco contemporâneo
por esta actividade humana, realçada como essencial e discriminativa do
desenvolvimento psíquico, pressionou uma diversidade de programas científi
cos com vista ao desenvolvimento de métodos para o acesso à criatividade.
Mas onde fi ca a operacionalidade da criatividade em sistemas psíquicos?
É possível observar a criação? É possível a criação? Quais as difi culdades,
e limites, levantadas neste contexto? Esta investigação incide directamente
no questionamento do acesso à criatividade e o surgimento de uma criação.
A nossa aproximação terá como como ponto de partida o sistema psíquico
na base do esquema binário criatividade|criação, investigado através das Leis
da Forma de George Spencer-Brown e da teoria dos sistemas de Niklas Luhmann,
numa clara tentativa de criar uma impossibilidade sobre uma indicação
da criação, e a exploração do seu contraste com propostas que caracterizam,
num âmbito psicologista, a “criatividade” como teleológica, intersubjectiva,
representativa, composicional e progressiva.