The concept of “physiognomic” is still marked by a large semantic ambiguity,
to the point of being often excluded from aesthetic thought. One reason
for this exclusion lies primarily in its ideological genealogy, which, as we will
see in this text, is connected with its aesthetic genealogy. There is, however,
a physiognomic individuating trajectory whose dimensions are present in the
discovery of the autonomy of aesthetic-artistic sensibility as well as in the
theoretical redefi nition of the nature of semiosic processes. Both dimensions
are inscribed in the refl ections presented here.
O conceito de “fi siognómico” é, ainda hoje, marcado por uma grande
ambiguidade semântica, ao ponto de, muitas vezes, ser excluído da refl exão
sobre o estético. Uma das razões desta exclusão reside, sobretudo, na sua
genealogia ideológica, que, como se verá neste texto, se confunde com a sua
genealogia estética. Há, porém, um percurso individuante do fi siognómico
cujas dimensões se inscrevem na descoberta da autonomia da sensibilidade
estético-artística, bem como na redefi nição teórica da natureza dos processos
semiósicos. Estas duas dimensões dão corpo à refl exão que aqui se apresenta.
The concept of “physiognomic” is still marked by a large semantic ambiguity,
to the point of being often excluded from aesthetic thought. One reason
for this exclusion lies primarily in its ideological genealogy, which, as we will
see in this text, is connected with its aesthetic genealogy. There is, however,
a physiognomic individuating trajectory whose dimensions are present in the
discovery of the autonomy of aesthetic-artistic sensibility as well as in the
theoretical redefi nition of the nature of semiosic processes. Both dimensions
are inscribed in the refl ections presented here.
O conceito de “fi siognómico” é, ainda hoje, marcado por uma grande
ambiguidade semântica, ao ponto de, muitas vezes, ser excluído da refl exão
sobre o estético. Uma das razões desta exclusão reside, sobretudo, na sua
genealogia ideológica, que, como se verá neste texto, se confunde com a sua
genealogia estética. Há, porém, um percurso individuante do fi siognómico
cujas dimensões se inscrevem na descoberta da autonomia da sensibilidade
estético-artística, bem como na redefi nição teórica da natureza dos processos
semiósicos. Estas duas dimensões dão corpo à refl exão que aqui se apresenta.