The complex architectural configuration that guarantees and promotes the retreat of the world of the
monastic architecture evokes and metaphorizes the enclosed body, apparently designed for what visually
hides.
In this sense, the female monasteries founded or renovated in the Counter-Reformation offers a particularly
eloquent expression, while the image of an entity in conflict, conceived in the polarized axis of the body-soul
duality, century-religion, material-transcendent.
Considering the evidence offered by the architecture of female monasteries of Modernity, we propose to
illustrate and analyze the image of this monastic body and to reflect on the meaning of architecture as a
visual program of a doctrinal purpose.
O espaço monástico, na complexa configuração arquitetónica com que cauciona e promove o retiro do
mundo, evoca e metaforiza o corpo clausurado, concebido aparentemente pelo que visualmente o oculta.
Neste sentido, os cenóbios femininos fundados ou renovados na esteira da Contra-Reforma oferecem uma
expressão particularmente eloquente, enquanto imagem de uma entidade em conflito, concebida no eixo
polarizado do binómio corpo-alma, século-religião, material-transcendente.
Apoiando-nos estrategicamente em elementos concretos oferecidos pela arquitetura de cenóbios femininos
da Modernidade, propomo-nos, pois, ilustrar e analisar a imagem deste corpo monacal e, em último termo,
refletir sobre o sentido do edificado enquanto programa visual ao serviço de um propósito doutrinário.
The complex architectural configuration that guarantees and promotes the retreat of the world of the
monastic architecture evokes and metaphorizes the enclosed body, apparently designed for what visually
hides.
In this sense, the female monasteries founded or renovated in the Counter-Reformation offers a particularly
eloquent expression, while the image of an entity in conflict, conceived in the polarized axis of the body-soul
duality, century-religion, material-transcendent.
Considering the evidence offered by the architecture of female monasteries of Modernity, we propose to
illustrate and analyze the image of this monastic body and to reflect on the meaning of architecture as a
visual program of a doctrinal purpose.
O espaço monástico, na complexa configuração arquitetónica com que cauciona e promove o retiro do
mundo, evoca e metaforiza o corpo clausurado, concebido aparentemente pelo que visualmente o oculta.
Neste sentido, os cenóbios femininos fundados ou renovados na esteira da Contra-Reforma oferecem uma
expressão particularmente eloquente, enquanto imagem de uma entidade em conflito, concebida no eixo
polarizado do binómio corpo-alma, século-religião, material-transcendente.
Apoiando-nos estrategicamente em elementos concretos oferecidos pela arquitetura de cenóbios femininos
da Modernidade, propomo-nos, pois, ilustrar e analisar a imagem deste corpo monacal e, em último termo,
refletir sobre o sentido do edificado enquanto programa visual ao serviço de um propósito doutrinário.