Para valorar la incidencia de algunas patologías (artritis reumatoide,
artritis crónica juvenil, espondilitis anquilosante, artritis psoriásica, síndrome de
Reiter, y tuberculosis ) en los indicadores de edad del coxal adulto, se realizó
una revisión bibliográfica de los datos clínicos actuales. También se analizó la
relación de la pérdida ósea de las variables de la superficie auricular y el acetábulo.
Para ello fueron utilizados 43 individuos de la Colecção de Esqueletos
Identificados (Coimbra, Portugal) y se uso como indicador de pérdida ósea el
índice cortical del 2º metacarpiano. El análisis aplicado fue el test de la ANOVA.
Los resultados indican que no es aconsejable el uso de la superficie auricular en
individuos con una de las tres espondiloartropatías analizadas, ni en los casos
severos de artritis reumatoide y artritis crónica juvenil. También es necesario ser
cauteloso en los casos de tuberculosis. No es aconsejable el uso del acetábulo en
los casos de artritis reumatoide, artritis crónica juvenil, tuberculosis y los casos
severos de espondilitis anquilosante. No es aconsejable el uso de la sínfisis púbica
frente las espondiloartropatías. En cuanto a la influencia, de las patologías que
provocan pérdida ósea, en las variables de la superficie auricular y el acetábulo
es muy escasa.
Para avaliar a influência de algumas patologias (artrite reumatoíde, artrite crónica juvenil, espondilite anquilosante, artrite psoriásica, síndrome de Reiter e tuberculose) nos indicadores de idade do coxal adulto, realizou-se uma
revisão bibliográfica dos dados clínicos actuais. Outro parâmetro igualmente pesquisado foi a análise da relação da perda óssea nas variáveis da superfície auricular e o acetábulo. Para tal, foram testados 43 indivíduos da Colecção de Esqueletos Identificados do Museu Antropológico da Universidade de Coimbra, tendo-se
utilizado como indicador da perda óssea o índice cortical do 2º metacarpiano.
Os resultados indicam que não é aconselhável a utilização da superficie auricular
quando se está perante qualquer uma das três espondiloartropatias analisadas, nem
nos casos severos de artrite reumatóide e artrite crónica juvenil, sendo necessária
prudência nos casos que envolvam tuberculose. De igual modo desaconselha-se
a utilização do acetábulo nos casos de artrite reumatóide, artrite crónica juvenil,
tuberculose e ainda nos casos severos de espondilite anquilosante. Quanto à sínfisise
púbica, deve evitar-se o seu uso nas espondiloartropatias. Os resultados da
análise das patologias que provocam perda óssea na amostra indicam que estas
têm uma influência pouco significativa nas variáveis da superficie auricular e do
acetábulo.
Para valorar la incidencia de algunas patologías (artritis reumatoide,
artritis crónica juvenil, espondilitis anquilosante, artritis psoriásica, síndrome de
Reiter, y tuberculosis ) en los indicadores de edad del coxal adulto, se realizó
una revisión bibliográfica de los datos clínicos actuales. También se analizó la
relación de la pérdida ósea de las variables de la superficie auricular y el acetábulo.
Para ello fueron utilizados 43 individuos de la Colecção de Esqueletos
Identificados (Coimbra, Portugal) y se uso como indicador de pérdida ósea el
índice cortical del 2º metacarpiano. El análisis aplicado fue el test de la ANOVA.
Los resultados indican que no es aconsejable el uso de la superficie auricular en
individuos con una de las tres espondiloartropatías analizadas, ni en los casos
severos de artritis reumatoide y artritis crónica juvenil. También es necesario ser
cauteloso en los casos de tuberculosis. No es aconsejable el uso del acetábulo en
los casos de artritis reumatoide, artritis crónica juvenil, tuberculosis y los casos
severos de espondilitis anquilosante. No es aconsejable el uso de la sínfisis púbica
frente las espondiloartropatías. En cuanto a la influencia, de las patologías que
provocan pérdida ósea, en las variables de la superficie auricular y el acetábulo
es muy escasa.
Para avaliar a influência de algumas patologias (artrite reumatoíde, artrite crónica juvenil, espondilite anquilosante, artrite psoriásica, síndrome de Reiter e tuberculose) nos indicadores de idade do coxal adulto, realizou-se uma
revisão bibliográfica dos dados clínicos actuais. Outro parâmetro igualmente pesquisado foi a análise da relação da perda óssea nas variáveis da superfície auricular e o acetábulo. Para tal, foram testados 43 indivíduos da Colecção de Esqueletos Identificados do Museu Antropológico da Universidade de Coimbra, tendo-se
utilizado como indicador da perda óssea o índice cortical do 2º metacarpiano.
Os resultados indicam que não é aconselhável a utilização da superficie auricular
quando se está perante qualquer uma das três espondiloartropatias analisadas, nem
nos casos severos de artrite reumatóide e artrite crónica juvenil, sendo necessária
prudência nos casos que envolvam tuberculose. De igual modo desaconselha-se
a utilização do acetábulo nos casos de artrite reumatóide, artrite crónica juvenil,
tuberculose e ainda nos casos severos de espondilite anquilosante. Quanto à sínfisise
púbica, deve evitar-se o seu uso nas espondiloartropatias. Os resultados da
análise das patologias que provocam perda óssea na amostra indicam que estas
têm uma influência pouco significativa nas variáveis da superficie auricular e do
acetábulo.