We identified a bony groove, hitherto undescribed, in the
infratemporal fossa region of the cranial base, passing laterally from the
foramen ovale onto the squamous temporal bone. It was found that this
groove was formed by the posterior deep temporal nerve. A study of the
extent of the groove in 50 precontact New Zealand Maori adults (28
males, 22 females), 41 precontact Chatham Island Moriori adults (27
males, 14 females), and 32 modern Indian adults (12 males, 20 females)
showed that there was a very high incidence of the groove in the Indian
crania but much less so in either of the two Polynesian samples. In none
of the groups studied was there any evidence of gender-preference, or
side-preference, neither for the presence nor the depth of the groove. We
hypothesize that this groove is present in other ethnic groups in varying
degrees of prominence. Therefore, we feel that this is an extremely useful
non-metric trait in forensic and anthropological studies.
Identificamos um sulco ósseo, não descrito até há data, na região
da fossa infratemporal da base do crânio, passando lateralmente desde o
foramen ovale até à porção escamosa do osso temporal. Verificou-se que
este sulco foi formado pelo nervo temporal profundo posterior. O estudo
da extensão deste sulco foi realizado em crânios de adultos de duas
populações anteriores ao contacto com os Europeus, os Maori da Nova
Zelândia (28 do sexo masculino e 22 do feminino) e os Moriori da Ilhas
Chatham (27 masculinos e 14 femininos) e de uma amostra 32 Indianos
modernos (12 masculinos e 20 femininos). Os resultados obtidos
mostraram ser muito mais elevada a incidência deste carácter nos crânios
de Indianos do que nos das duas amostras Polinésias. Em nenhum dos
grupos estudados foi observada qualquer evidência de preferência de
género ou de lateralidade, quer no que concerne a presença quer a
profundidade do sulco temporal profundo. Admitindo a hipótese de que
este carácter epigenético está presente noutras populações, e com
diversos graus de incidência, consideramos ser extremamente útil em
estudos forenses e antropológicos.
We identified a bony groove, hitherto undescribed, in the
infratemporal fossa region of the cranial base, passing laterally from the
foramen ovale onto the squamous temporal bone. It was found that this
groove was formed by the posterior deep temporal nerve. A study of the
extent of the groove in 50 precontact New Zealand Maori adults (28
males, 22 females), 41 precontact Chatham Island Moriori adults (27
males, 14 females), and 32 modern Indian adults (12 males, 20 females)
showed that there was a very high incidence of the groove in the Indian
crania but much less so in either of the two Polynesian samples. In none
of the groups studied was there any evidence of gender-preference, or
side-preference, neither for the presence nor the depth of the groove. We
hypothesize that this groove is present in other ethnic groups in varying
degrees of prominence. Therefore, we feel that this is an extremely useful
non-metric trait in forensic and anthropological studies.
Identificamos um sulco ósseo, não descrito até há data, na região
da fossa infratemporal da base do crânio, passando lateralmente desde o
foramen ovale até à porção escamosa do osso temporal. Verificou-se que
este sulco foi formado pelo nervo temporal profundo posterior. O estudo
da extensão deste sulco foi realizado em crânios de adultos de duas
populações anteriores ao contacto com os Europeus, os Maori da Nova
Zelândia (28 do sexo masculino e 22 do feminino) e os Moriori da Ilhas
Chatham (27 masculinos e 14 femininos) e de uma amostra 32 Indianos
modernos (12 masculinos e 20 femininos). Os resultados obtidos
mostraram ser muito mais elevada a incidência deste carácter nos crânios
de Indianos do que nos das duas amostras Polinésias. Em nenhum dos
grupos estudados foi observada qualquer evidência de preferência de
género ou de lateralidade, quer no que concerne a presença quer a
profundidade do sulco temporal profundo. Admitindo a hipótese de que
este carácter epigenético está presente noutras populações, e com
diversos graus de incidência, consideramos ser extremamente útil em
estudos forenses e antropológicos.